segunda-feira, 8 de agosto de 2016

A FELICIDADE MORA AQUI


   A sensação do contacto com as pedras, a temperatura amena da água, ver peixinhos a nadar, rãs a saltar, cigarras a cantarolar... é tão, mas tão bom!
 
 

quarta-feira, 27 de julho de 2016

PRAIA DO SALTO



Autoria: Isabel Montes


Passeando pela Costa Vicentina, encontrei um lugar fantástico, onde a Natureza comunga com o ser humano, de forma natural. O terreno é acidentado e íngreme mas, após a descida de uma escada pelas rochas, chega-se à areia e ao mar. Tudo tranquilo... e belo!

domingo, 24 de julho de 2016

AMIZADE


A alegria é contagiante! 
Vamos passear e que bom é estar contigo, amiga! 
Salto, corro, vou ao teu encontro, quase te faço cair. 
Fazes-me bem e eu gosto de ti!
                                       
                                        (Pensa o cão Max, certamente.)

sexta-feira, 22 de julho de 2016

DESTINO



Mira-se o horizonte, 
mas até lá, 
há terra, areia, água e céu.

O que é o destino?
 Será o futuro ou o passado?
Ou o presente sedimentado no atrás 
com uma janela para o além?





quarta-feira, 14 de outubro de 2015

SONHOS de DORMIR

Direitos reservados@

     É raro não me lembrar dos sonhos que tenho durante a noite. Alguns parecem tão verídicos que chego a ouvi-los.
     Pensei em registá-los. Já fiz tantas vezes isso, mas desisto. Vou voltar a colocar um caderno à beira da cama... E compreender se há ou não significado sonhar com «isto» ou «aquilo». Claro que sei que há quem afirme que há... mas, é preciso «sentir», neste sentido do meu viver.
     Ultimamente, recordo os sonhos mais fantásticos, desde ver estrelas «cintilantes» a caírem do céu, como se fosse chuva doirada. Curioso! De repente, esqueci os outros... 
     Bem, esta noite sonhei com casas novas, com uma decoração moderna, bem arrumadas. Havia várias casas com o mesmo formato. Lembro a cor dos sofás: vermelho. Senti-me bem! Agora não me recordo se era a casa que eu tinha adquirido se, somente, estava a visitar.


sábado, 10 de outubro de 2015

SAXMEMORIES


Depois de tanto tempo longe do «Childwoman», voltei por necessidade de falar...
Tanto, tanto se passou desde a última «postagem». E é a palavra «tanto» que me leva a regressar aqui. O sentido desta palavra depende do contexto material e/ou emocional. Às vezes é «tanto vazio»... e é sobretudo porque sinto este sentir que pensei... Irei escrever sob pseudónimo? Criar um novo blogue, com nova conta... (como já fiz algumas vezes)? Que importa! Escrevo para mim própria. Para «me contar» o que se vai passando, pois o que dantes se dizia «nunca esquecerei», já poderá não ser verdade nos tempos presentes.

Há uns tempos que sinto uma tristeza, uma saudade... e é por isso que estou a tentar «camuflar» o tempo, fazendo coisas que me fazem sentir bem e ocupada.
  
Hoje, dirigi-me ao lugar onde fui tantas vezes, em jovem: à sala de música da Sociedade Filarmónica da «terra». Já a frequentava há cerca de uns meses para reaprender o solfejo. Mas, desta vez, foi para receber o instrumento que tocava dantes. Foi um momento emocionante! Tenho de treinar para que a embocadura «volte». Contudo, houve uns momentos de sons afinados. Como é impressionante que, mesmo tendo tocado alguns anos, a paragem faz adormecer a aprendizagem e o treino. 
Antes da professora chegar, viajei pelas fotos penduradas na sala, à minha procura e lá estava! Agora, sou a mesma, com tempo sobre o corpo. Contudo, tenho vontade de «me ouvir» no som do saxofone alto.



domingo, 10 de abril de 2011

«O INSTANTE: IMAGENS E LETRAS» - EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA E POESIA


Depois de uma longa ausência, voltei para partilhar um evento, quase em vésperas de terminar: a minha primeira exposição de fotografia e poesia.

Desde criança que gosto de escrever e desenhar. Claro que na altura eu não tinha máquina fotográfica, mas fotografava com o olhar. Depois de crescida, já no curso superior, enveredei ainda pela vertente das Artes. Mais tarde, segui a vertente de Português/Francês. Opções de futuro mais confiante (e foi o melhor, pelo menos naquele momento, pois fiquei logo no quadro de escola). Todavia não abandonei o gosto pelo desenho, pintura... É verdade que a vida profissional não deixa muito tempo para nos dedicarmos a outros interesses. As ações de formação são dentro da área que somos especializados - o que não é de estranhar; porém, poderíamos frequentar outros cursos e podermos usufruir de créditos para progressão na carreira, afinal somos indivíduos «num todo» que ensinam.

Bem, mas com muito ou pouco profissionalismo, o Museu Municipal de Ferreira do Alentejo deu-me a oportunidade de expor o que faço com agrado.

Faço questão de agradecer em primeiro lugar aos meus pais, que partilham comigo os meus sonhos; depois à Dra. Maria João Pina e à equipa, na pessoa da Luísa Rodrigues, que com ela dinamizam os eventos do Museu e, finalmente, a todos os que visitaram a minha exposição (desconhecidos, conhecidos, colegas, vizinhos e amigos). É nos maus e nos bons momentos (sem dividendos) que sabemos quem nos quer bem.

Bem-hajam!